Herpes Anal: como é o contagio, sintomas, tratamento e mais.

Uma doença sexualmente transmissível (DST) é toda aquela que é disseminada através de secreções, contatos e líquidos relacionados a relações sexuais que ocorrem sem proteção. Um dos exemplos é a herpes anal. Ela apresenta os mesmos sintomas da herpes de todos os outros tipos, porém é uma doença genital é considerada uma DST – Doença Sexualmente Transmissível, mais propriamente dito na região anal, o que pode causar muito incomodo. Se trata de uma infecção causada pelo vírus herpes simplex tipo 2 e não tem cura.

Ela geralmente é tratada com medicamentos antivirais, uma vez que feita uma avaliação dos órgãos genitais pelo médico responsável. Como não há curo, esses remédios apenas tratam os sintomas. Você precisa ver aqui mais sobre a genital herpes, qual o risco de transmissão, as complicações que podem surgir, como melhorar o seu bem estar, se tem cura, o que fazer quando surgir uma crise, como são as lesões da herpes e outros sintomas, acompanhe.

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Conheça mais sobre essa DST:

  1. O que é a herpes anal,
  2. Suas causas,
  3. Sintomas,
  4. O que ela faz no organismo,
  5. Prevenção e medicações,
  6. Convivendo com a doença.

Siga agora um conteúdo detalhado e importante de ser entendido sobre a herpes.

Herpes anal: o que é e quais são suas causas?

Como se contagia a herpes

A herpes anal está classificada juntamente da herpes genital, a doença sexualmente transmissível que ocorre por vias sexuais sem proteção e que afeta principalmente as áreas genitais, o que pode diminuir drasticamente o sistema imunológico em alguns casos. Quem já contraiu o vírus pode apresentar sintomas apenas meses após a infecção ou até mesmo dias após o contágio.

O incômodo dessa doença faz com que ela seja uma das mais receadas, em especial para quem tem uma vida sexualmente ativa e/ou pratica relações sexuais com mais de uma pessoa. De toda forma, vale frisar que a herpes é causada pelo vírus do herpes simples (HSV), existindo dois tipos:

  1. HSV-1: vírus da herpes tipo 1,
  2. HSV-2: vírus da herpes tipo 2.

Bem rápido no comentário: o vírus HSV-1 é aquele responsável pela herpes facial, aparecendo na boca, nariz e olhos, onde as lesões são visíveis. São dois tipos diferentes de vírus e é preciso contraí-lo em ambas as formas para apresentar os sintomas de herpes labial e genital. Já o vírus HSV-2 é aquele que acomete a região genital, ânus e nádegas mas não aparecem visualmente.

Sendo assim, a herpes anal é causada pelo vírus tipo 2 (HSV-2) e acontece com quem pratica sexo anal. Ela é como uma infecção primária que aparece alguns dias após a doença já estar ativa no organismo. O paciente que está assintomático pode achar que não tem nada até dias após a relação sexual quando surgem os sintomas e há lesões visíveis na região.

>>>> Como curar DEFINITIVAMENTE o herpes e nunca mais sofrer com as bolhas e efeitos colaterais dessa doença <<<<

Sintomas da herpes anal

A herpes anal se caracteriza pela presença de pequenas vesículas que acabam se distribuindo em forma de buquê na região anal e perianal, podendo se disseminar caso o sistema imunológico estiver debilitado. Isso pode causar dor ao defecar e em relações sexuais, também há a formação de pequenas bolhas com pus no local. Uma pessoa infectada pode fazer a transmissão da herpes genital como em outras doenças sexualmente transmissíveis. Por isso é importante identificar os sintomas o quanto antes e sempre usar camisinha durante o sexo.

Há alguns sintomas clássicos que antecedem a erupção cutânea nas pessoas que estão infectadas com herpes anal. São eles:

  • Ardor;
  • Prurido (coceira);
  • Formigamento;
  • Gânglios ficam inflamados
  • Feridas na região genital.

Alguns dias depois, aparecem as manchas avermelhadas que evoluem para o agrupamento de vesículas em forma de buquê. Dependendo a pessoa, pode-se ainda ocorrer estresse emocional, fadiga e irritação na área infectada – alguns sintomas podem até parecer similares a uma gripe, por exemplo:

  • Febre,
  • Mal-estar generalizado,
  • Falta de apetite,
  • Dores em várias partes do corpo.

As bolhas cheias de líquido irão se romper, criarão casca e se cicatrizarão. Porém, o vírus ainda estará lá, escondido até a próxima recidiva. Os sintomas só aparecerão novamente durante uma crise. Se houverem outros sintomas, fora das crises e após uma infecção, é preciso entrar em contato com o médico especialista e avaliar cada caso.

Como o Vírus da Herpes Genital Atua?

A Herpes genital é uma doença sem cura, que pode causar bastante incômodo, mas afinal, como a herpes age no organismo? O vírus da herpes (HSV), que provoca estas lesões na pele e nas mucosas, é de alta prevalência no organismo, ou seja, uma vez dentro dele, dificilmente ele será eliminado – é praticamente o mesmo que dizer que é uma doença crônica. O que resta a fazer é o tratamento da herpes genital, que pode ajudar a evitar a transmissão e aliviar os sintomas.

O vírus HSV se aproveita do material que é fornecido pelas células da pessoa contaminada para que ocorra a replicação. E outro ponto que favorece sua permanência no organismo é que o vírus se esconde dentro das raízes nervosas, fazendo com que o sistema imunológico não tenha acesso a ele. Mesmo quando escondido e sem sintomas, é possível transmitir a herpes genital, se há a presença do vírus no organismo, também há o risco de contágio.

Portanto, o herpes não tem cura, mas o tratamento do herpes já existe e o médico pode explicar para o paciente facilmente. Na maioria das vezes os sintomas de anal herpes aparecem quando o sistema imunológico está baixo, onde fica mais fácil a transmissão do herpes, principalmente pelo contato sexual da pessoa infectada com outro individuo, em alguns casos é comum também pelo simples contato com a secreção do local.

As lesões da herpes genital podem incomodar bastante, então assim que os sintomas surgirem, deve ser feito o tratamento. Caso bolhas estejam visíveis na região do pênis ou vagina, ela pode causar bastante dor ao urinar, se trata do mesmo vírus, que pode atingir outras áreas. Os sintomas também podem surgir em torno do ânus, que é a herpes genital. O contato sexual até a doença amenizar deve ser evitado e sempre deve ser feito com o uso de camisinha para não transmitir a herpes à seu parceiro ou parceira sexual. O preservativo também pode ajudar a evitar outras doenças sexualmente transmissíveis.

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Herpes anal: tratamento, remédios e prevenção

Como a herpes anal acontece

Pode não ser fácil encarar o diagnóstico de herpes genital. O auxílio médico deve ser procurado imediatamente para que se inicie logo o tratamento – a doença deve ser monitorada, enquanto que o tratamento visa aliviar os sintomas e curar as lesões na pele que causam grande desconforto.

A forma mais comum para tratar – e como cicatrizar a herpes – é realizada através de antivirais orais, assim como usar em conjunto pomadas para herpes que servem para melhorar as lesões e abrandar os sintomas. O tratamento tem que ser seguido conforme orientação médica até que os sintomas sejam eliminados e que seja diminuída a chance de transmitir o vírus para outras pessoas.

Os afetados também podem tomar alguns cuidados caso estejam em casos de lesões ativas, onde pode ser transmitido de maneira mais fácil, como por exemplo, não ter relações anais sem proteção, compartilhar toalhas e qualquer tipo de contato com a secreção do local deve ser evitada.

Os remédios mais indicados no tratamento para herpes genital são o Aciclovir, o Penvir e o Ezopen (pomada), desse modo o vírus se reprime mais facilmente sem ser necessário uma terapia supressiva.

Existem alguns tratamentos naturais e alternativos também, um dos que está dando o que falar ultimamente é o Protocolo Definitivo para Acabar com a Herpes, e-book disponível online e que é a cura natural para essa doença incomoda.

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Que cuidados preciso ter em relação a herpes?

Veja só algumas dicas para evitar ser infectado por esse vírus:

  1. Fazer uso de preservativos durante os atos sexuais, a herpes genital tem um contágio muito fácil;
  2. Caso o parceiro ou parceira estiver com herpes, é recomendável evitar qualquer contato sexual até que a doença esteja sob controle, isto é, até que o tratamento faça efeito sobre os sintomas e as lesões,
  3. Durante a gravidez, caso a mulher receba o diagnóstico de herpes genital, haverá a recomendação de uso de antivirais para evitar que o bebê pegue a doença durante o parto – a cesárea é optada em último caso – a mulher na gravidez já deve comunicar o seu problema com a doença,
  4. Dialogar com o (a) parceiro (a) sobre as DSTs: muitas pessoas ainda deixam de comentar sobre essas doenças tanto por medo como por preconceito.

Nesse caso, muitos acabam sendo diagnosticados com estes problemas sem ao menos descobrir de quem contraíram – principalmente quem troca de parceiro com frequência. A infecção pode ser facilmente transmitida para outros, só o tratamento pode amenizar os sintomas, porém ainda assim há de se transmitir herpes quando vírus estiver ativo.

Convivendo com a herpes anal

Se você é uma pessoa que sofre com herpes, tenha em mente que passa o resto da vida com o vírus no organismo – e pode passar por crises recorrentes ou bem raras. Isso depende de desencadeadores, mesmo que não exista um consenso entre os médicos.

Em grande parte, as pessoas podem ter uma crise de herpes anal por conta de uma das condições abaixo:

  • Estresse físico ou emocional;
  • Menstruação;
  • Fadiga;
  • Doenças – tanto leves como sérias, também incluindo cirurgias;
  • Imunossupressão por conta da Aids;
  • Imunossupressão por conta de medicações (como esteroides ou quimioterapia);
  • Trauma na região afetada – incluindo a atividade sexual.

Conviver com a herpes pode ser menos descomplicada quando você passa a tomar algumas atitudes e cuidados básicos. São algumas ideias:

  • Evitar o uso de roupas íntimas, meias-calças ou calças com tecido de nylon ou qualquer outro material sintético, pois agridem com mais facilidade o local lesionado,
  • Use tecidos de algodão que são mais confortáveis,
  • Lavar a região com sabonete neutro,
  • Sempre lavar com suavidade e com água morna,
  • Os banhos mornos também são bons para aliviar a dor.

Estas alternativas são boas para fazer com que as lesões se curem com maior rapidez. Caso o seu médico lhe oriente com outras dicas, siga-as adequadamente para ter uma melhor qualidade de vida – a doença não traz risco de vida, mas afeta o emocional tanto da pessoa em si como do (a) parceiro (a).

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DST é coisa séria, não é brincadeira e você não pode ficar esperando!


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